O homem foi criado para relacionar-se com Deus, mas o seu pecado impede tal comunhão. A partir da queda, do pecado original, o homem está morto espiritualmente. Porém, como um zumbi, anda por aí, agonizando em decorrência da falta de paz com Deus e da necessidade do Criador em sua alma. A dor da ausência de Deus em seu coração é muito grande, como uma ferida gravíssima e profunda que precisa ser curada.
A busca por saciar essa escassez em seu âmago é seguida por diversos pecados. Ao invés de buscar Aquele que é a real cura para sua grave enfermidade, busca, em prazeres mundanos, amenizar a sua dor. São os mais famosos analgésicos: sexo, bebidas alcoólicas, drogas, vícios, dinheiro... Todas as coisas que estamos saturados de ouvir. Porém, existe uma tão terrível quanto essas e que parece ser inofensiva: fingir estar com Deus.
Poucos dias atrás, vi um trecho de um documentário sobre uma cantora norte-americana de um considerável sucesso atual (aquela das perucas e fogos de artifícios). Como uma substancial quantidade de artistas da música estadunidense, ela descobriu seu talento cantando em uma igreja. Deixou a igreja, passou dos louvores à extravagância da carreira musical e considerou a alavanca de seu sucesso uma música de apologia à homossexualidade. Quando questionada sobre se abandonou sua fé, negou. Informou à entrevistadora que tinha comunhão com Deus de um jeito diferente, do jeito dela. Discordava de alguns conceitos radicais.
É necessário entender que não existe relacionamento pessoal com Deus definido por qualquer criatura. O Criador definiu como devemos nos relacionar com Ele. Sua palavra, sua lei, sua santíssima vontade estão acessíveis a nosso conhecimento, e o evangelho é o poder de Deus para salvação. Obedecer é amar a Deus.
Achar que se tem um relacionamento com Deus sem que se obedeça à sua palavra é dopar-se com analgésicos para tentar não sentir a dor da ausência divina.
Deus providenciou a restauração da nossa comunhão consigo e a cura dessa grave ferida: Jesus Cristo, o filho de Deus. Ele é o caminho, a verdade e a vida. Sem ele, nada podemos fazer. Ele mesmo disse, em João 14:21, que "aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele".
Amar a Cristo é guardar seus mandamento. Ignorar seus ensinamentos e achar que se ama a Ele é enganar a si mesmo e vai custar muito caro. É prazeroso amar a Deus e a sua vontade. É delicioso andar segundo a sabedoria que vem do alto. O testemunho do salmista é precioso:
"Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia!" (Salmo 119:97)
"[O justo] tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto no seu tempo; as suas folhas não cairão, e tudo quanto fizer prosperará." (Salmo 1:2-3)
Cristo habite em vocês verdadeiramente, e a palavra de Deus transborde em nosso coração!
Maranata.

muito bom este blog parabéns aos criadores, e o principal, de acordo com a palavra de Deus, e não esqueça as palavras de paulo em GaLatas 1:10
ResponderExcluirAmém! Que a palavra de Deus seja sempre nossa bússola.
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